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Somos uma Comunidade Terapêutica, sem fins lucrativos, devidamente registrada e regularizada junto aos órgãos competentes, com sede em Capelinha/MG. Promovemos cuidados visando a proteção da vida e da saúde por meio de programas humanizados de acolhimento, tratamento e reinserção social.
TERAPIAS MULTIDISCIPLINARES E COMPLEMENTARES
Nos 03 primeiros meses de acolhimento acontece a adaptação e desintoxicação do acolhido. A abstinência é um dos primeiros obstáculos a ser vencido no início do tratamento. Nesta primeira fase objetiva-se também que o acolhido reconheça ser impotente perante o álcool e outras drogas.
Entre o 4º e o 6º mês procura-se despertar-lhes novos valores, através da convivência entre pares, atribuindo-lhes responsabilidades nas atividades. Com o sentimento de que pertence e é necessário ao grupo, o acolhido começará a analisar por que se tornou dependente químico, buscando uma solução para o problema;
Nos três últimos meses (7º, 8º e 9º) ocorre a ressocialização do acolhido. Neste período uma vez ao mês o acolhido regressa a sua casa e após uma semana retorna à Comunidade. Durante esta fase trabalha-se a prevenção de recaídas, afinal, é muito comum após o período do acolhimento, a ocorrência de lapsos, portanto faz-se essencial dar suporte psicológico e social no período final de acolhimento.
Ajudamos na promoção de uma melhor qualidade de vida, devolvendo a dignidade ao dependente químico e apoiando na reestruturação familiar.
É uma modalidade de tratamento para dependência química com base na convivência entre pares, supervisionada por uma equipe técnica a fim de que possa acompanhar e direcionar o dependente químico para que ele alcance a sobriedade.
Não, na FAMAR somente é realizado o acolhimento voluntario, quando a pessoa demonstra interesse no tratamento.
Sim. As visitas são permitidas somente no primeiro domingo do mês. Para que a visita seja autorizada é necessário que o acolhido aceite receber seus familiares e que estes estejam acompanhando as Reuniões de Apoio que são realizadas semanalmente, na sede administrativa da instituição.
Sim. Todo domingo o acolhido pode através do aparelho celular da instituição, realizar chamadas de vídeo com seus familiares.
Não, os acolhidos não portam nenhum tipo de aparelho eletrônico, caso seja necessário a instituição disponibiliza seus aparelhos para contatos com os seus familiares e/ou responsáveis.
Além das vagas particulares, existem ainda as Vagas Sociais, estas são gratuitas e destinadas a pessoas carentes, para encaixar na vaga citada, é necessário que o acolhido atenda aos critérios sociais (os critérios são analisados a partir de relatórios sociais).